Desde o
princípio, adianto que este post não tem o intuito de substituir ou argumentar contra
qualquer opinião de algum médico, pelo contrário, vem reforçar que apenas
médicos tem a permissão de prescrever e fazer a leitura, identificando se está
tudo normal com o funcionamento do coração, e se não estiver, designar o que
este paciente deve fazer a partir daquele momento.
O eletrocardiograma é um dos principais exames para a verificação de como está o funcionamento do miocárdio (músculo do coração) e SEMPRE prescrito por um médico. “À medida que o impulso cardíaco cursa pelo coração, correntes elétricas se propagam para os tecidos que cercam o coração e pequena fração dessas correntes atinge a superfície do corpo. Se forem colocados eletródios sobre a pele em pontos opostos do coração, os potenciais elétricos gerados por essas correntes podem ser registrados, esse registro corresponde ao eletrocardiograma” (GUYTON & HALL, 1997).
O eletrocardiograma é um dos principais exames para a verificação de como está o funcionamento do miocárdio (músculo do coração) e SEMPRE prescrito por um médico. “À medida que o impulso cardíaco cursa pelo coração, correntes elétricas se propagam para os tecidos que cercam o coração e pequena fração dessas correntes atinge a superfície do corpo. Se forem colocados eletródios sobre a pele em pontos opostos do coração, os potenciais elétricos gerados por essas correntes podem ser registrados, esse registro corresponde ao eletrocardiograma” (GUYTON & HALL, 1997).
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| (Imagem retirada da internet) |
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| (Imagem retirada da internet) |
O exame é composto, pelo que os
médicos chamam de ondas e estas ondas representam o funcionamento do miocárdio,
por sua vez, do coração. Através da verificação destas ondas é que o médico
poderá saber se tudo está ocorrendo bem ou haverá alguma disfunção/arritmia do
coração. “O eletrocardiograma normal
é formado por uma onda P, um complexo QRS e uma onda T. O complexo QRS muitas
vezes (mas nem sempre) aparece sob forma de três ondas: a onda Q, a onda R e a
onda S” (GUYTON & HALL, 1997).
Segundo a Diretriz
de interpretação de eletrocardiograma de repouso “A tecnologia
dos computadores, inclusive dos pessoais, trouxe poderosos sistemas de captação
de sinais e de avaliação de algoritmos, aumentando a dimensão do uso do
eletrocardiograma. As análises de variabilidade da freqüência, potenciais
tardios, dispersão do QT e alternância de T constituem Segundo a novos
marcadores de doença cardíaca”.
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| (Imagem retirada da internet) |
“A onda P é causada pelos
potenciais elétricos gerados pelos átrios ao se despolarizarem antes de se
contraírem. O complexo QRS é causado pelos potenciais gerados quando os
ventrículos se despolarizam antes de se contraírem, isto é, conforme a onda de
despolarização cursa pelos ventrículos. Por conseguinte, tanto a onda P como o
complexo QRS são ondas de despolarização. A onda T é causada por potenciais
gerados à medida que os ventrículos se recuperam do estado de despolarização.
Esse processo normalmente ocorre, no músculo ventricular, de 0,25 a 0,35 s após
a despolarização, e essa onda é conhecida como uma onda de repolarização” (GUYTON
&HALL, 1997).
Se
houver alguma dessas ondas divergentes do que é dado na Diretriz de interpretação
de eletrocardiograma em repouso, o médico deverá interpretar esta divergência e
a partir desta interpretação comunicar ao paciente as devidas atitudes a serem
tomadas. As principais disfunções/arritmias são: extra sístole atrial, extra
sístole ventricular e isquemia (bloqueio de sangue para a célula, resultando em
infarto).
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